No meio da cidade,
Uma cratera acesa.
Os meninos,
suas pipas,
terra e poeira
junto a um ar de sinos,
e céus coloniais.
Um barranco,
duras unhas de barro.
Rabiolas, revólveres e ruas.
Um prédio,
Vários no entorno.
Eu na sala,
aceso,
como flecha desferida ao vento.
Marrons e brancos...
Mistura!
Úmidos verdes,
de cada lado
em cada altura
de cada esquina...
D’um céu fumaça,
pássaros engarrafados
Num trânsito panorâmico
De idéias avulsas...
n’um papel em branco!
Gustavo felix
A poesia é uma fotografia da alma revelada pelas palavras. muito bela amigo!! abraço!!!
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